Live: Governança Corporativa em home office #FiqueEmCasa

A convite de Júnia Carvalho da Oito Consultoria tivemos uma conversa descontraída sobre um tema importantíssimo para empresas de todos os portes “Os 8Ps (propriedade, princípios, propósito, papéis, poder, prática, pessoas e perenidade)” da Governança.

Junia Carvalho sempre incrível e competentíssima em suas provocações e sínteses propiciou um momento riquíssimo de aprendizagem e conectado com a atualidade do Coronavírus. Uma honra e privilégio participar deste importante momento da Oito Consultoria no lançamento do projeto: Conexão, Liderança e Propósito . Muito grata!

Dois “Ps” se destacaram “Pessoas e Propósito” – sim porque do outro lado da tela gente de propósito estava lá: líderes, gestores e profissionais colaborando com trocas de experiências edificantes.

E para os 222 da Meetup e para quem não conseguiu assistir, e tiver interesse disponibilizamos o vídeo aqui:

Agradecemos a participação de todos no Episódio Governança Corporativa em Home Office.

A Conexão Liderança & Propósito continua

Segue as respostas as perguntas feitas durante a Live

 Interaja conosco!

@coradieassociados O engajamento dos stakeholders será definitivamente testado, nesse ambiente de trabalho a distância?

Adriana responde: o meu ponto de vista é o seguinte Enio, o Coronavirus comprimiu de forma temporal , trazendo para o hj , aqui e agora o data driven ESG .. suprimiu a tendencia de curto prazo ASG fazendo a ligação direta do GCR . A questão dos stakeholders o mapeamento de suas necessidades faziam parte do escopo da GCR.. e que de uma certa forma já estava entrando bem ou mal nas diretrizes empresarias sob o ponto de vista principalmente de compliance. As empresas precisaram mapear os seus stakeholders no sentido de qual deles era o mais vulnerável e que podia impactar grandemente a sua cadeia de valor. O vírus trouxe como painel de frente a importancia da opinião coletiva, articulada em uma sociedade de rede , empoderando o cidadão comum onde a percepção da sua importancia como agente de mudança ficou muito clara. É UM OUTRO CONTEXTO, onde a postura e iniciativa da empresa nesta direção falarão mais forte do que o engajamento dos stakeholders.. o cuidado e a legitimidade das ações da empresa no meu parecer serão mais importante e determinantes nos novos relacionamentos com os publicos relevantes.

Júnia responde: Sim, sobretudo do público interno. O engajamento de forma geral é o envolvimento funcional e emocional que as pessoas têm com as entregas. Em trabalho remoto, o distanciamento físico da empresa, líder e liderado, fica mais evidente a necessidade de estreitar o relacionamento interpessoal, sobretudo porque o impacto da crise nas emoções aumenta a vulnerabilidade, para isso, elementos como empatia e respeito são fundamentais. Inspirar, estar junto da equipe no caso do líder e o time praticar a atitude empreendedora e a colaboração são fatores importantes. Um viés é a comunicação/desenvolvimento do líder influenciador.   

A metodologia 5CS com mentoria – competências essenciais como cuidado (empatia), controle (das emoções), criatividade, confiança e colaboração (comunicação) da Oito Consultoria explica bem o desenvolvimento desse líder influenciador. Obrigada por interagir conosco. Espero ter respondido e fico à disposição para uma conversa por aqui ou e-mail.

@sandro.soares.50 Confidencialidade! Está coberta no trabalho em home office? O lar de cada empregado está devidamente preparado para garantir a confidencialidade empresarial?

Adriana responde: Não está! Porque vamos cair na questão atitudinal, cultural, e o quanto os princípios empresariais são entendidos e internamente compartilhados. No curto prazo acredito que a ignorância no uso das ferramentas digitais e riscos na utilização das mesmas serão preponderante e levarão à riscos maiores. Depois como tudo evolui, podemos cair na esteira da má fé e na força do interesse próprio. Espero ter respondido, se não podemos continuar esta discussão aqui mesmo ou via email. Obrigada por participar!

@brenopatricksole O que muda na prestação de contas e transparência via home office?

Adriana responde: Breno, boa noite e obrigada pelo seu interesse e participação.  Tanto a prestação responsável de contas à sociedade e a transparência são as bases da legitimidade das atitudes pessoais e empresariais. Mais do que nunca, tanto os funcionários quanto às empresas terão que ter a competência e a coragem para incorporar estes princípios e expô-los. E isso não é coisa para pessoinhas e gestores medíocres.  Grande desafio pela frente que o TELE TRABALHO vai expor, quem será capaz de defender suas ações baseado na sua competência, com a coragem necessária e na direção correta? Feridas institucionais serão abertas e estes e os outros princípios da governança senso de justiça e compliance ganharão força em um cenário onde o inusitado e a incerteza tomarão conta , sem poder contar com a supervisão direta da estrutura de poder de uma empresa.. Espero ter te atendido. Abraços,

@yanamagalhaes Empresas exigindo ponto digital. Não é um momento de apostar mais na confiança?

Adriana responde: R: Queridíssima amiga, Confiança no meu ponto de vista, é algo que se conquista no dia a dia ,na exposição de pontos de vistas, na tomada de decisões justas, coerentes e consistentes dentro de qualquer contexto. O que vivenciamos com esta pandemia é um total cenário de incerteza onde a surpresa e o impensado tomam conta e atitudes e novas competências urgem de forma exponencial. Não se trata de gostar ou desgostar de algo mas sim de não ter dúvida de que princípios, nortearão as tomadas de decisão no meio do inusitado. Os princípios inspiram, os valores humanizam e será através dos códigos de conduta que o ambiente de confiança será construído e de certa forma operacionalizado. É O QUE PENSO, boa questão para discutirmos tomando um Malbec bem especial ou um chazinho russo com faturitas argentinas. Rsrs

@sandropuc Estaria incluída na Governança a discussão sobre políticas e práticas de Gestão de Pessoas?

Adriana responde: Queridíssimo professor Sandro, obrigadíssima pela sua participação. Júnia e eu nos sentimos honradas com sua participação. Totalmente! Veja que você na pergunta já utilizou 3 dos nossos Ps Políticas(que tratamos em papéis, práticas e processos), Práticas e processos novos que precisam ser incorporados para aguentarmos o tranco das mudanças e Pessoas  cuja gestão estratégica de RH precisará ser totalmente remodelada focada na nova consciência  coletiva que está em formação através da  sociedade em rede ,cada dia que passa mais  articulada e ativista onde o emponderamento da voz do cidadão ganha força a cada dia.  Se o cidadão cresce de forma geral, os nossos funcionários crescerão em velocidade bem mais exponencial…Espero ter sido clara… se não continuaremos este papo a hora que vc quiser. Obrigada!

@vandeirmotta Como fazer o chefe ver que ele não é líder e aí se preparar para ser um líder de verdade?

Adriana responde: Vandeir pelo amor de Deus!!! Fazer um chefe ver que ele é um estrupicimmm é um risco que você funcionário pode correr de maneira nenhuma. Ele por ser chefe tem a seu favor o autoritarismo do cargo a seu favor e se sentir acuado ele te aleijará pela força que o cargo lhe dá.. Chefe incompetente e mal resolvido não é responsabilidade de funcionário ..rsrsrrsrs.  Se ele for seu brother…se transforme no melhor brother dele sem expô-lo nunca, principalmente expor a sua incompetência  a ele mesmo.. Poucas pessoas tem a maturidade de aguentar um tranco desses, na boa! Preserve-se e em tempos de pandemia, em home office, nunca se exponha desta maneira.. rsrsrs


Agradecemos a todos o interesse e desejamos que o projeto conecte a essência da série Conexão Liderança & Propósito. .

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