Dando continuidade à nossa jornada em Carajás, o nosso segundo vídeo foca na complexidade nua e crua de Parauapebas e do entorno de Serra Pelada. Quando falamos em “território” dentro dos Conselhos de Administração, muitas vezes a visão fica restrita aos muros da empresa. Mas a realidade é que essas operações bilionárias dividem espaço direto com o avanço dos garimpos ilegais e áreas tensas de assentamentos do MST.
Neste material, mostro a vocês como é complexo gerenciar riscos e garantir a soberania operacional em um cenário de tantos contrastes e fragilidades institucionais. Não dá para aplicar soluções genéricas ou “Control C, Control V” corporativo quando você lida com essas camadas sociais profundas. A governança territorial precisa ser estratégica, firme e, acima de tudo, realista. Assistam ao novo vídeo e venham entender essa dinâmica direto da fonte.
