Artigo veiculado na edição de junho de 2020 da Revista RI: Relações com Investidores
Confira meu artigo veiculado na Revista RI: Relações com Investidores
Confira meu artigo veiculado na Revista RI: Relações com Investidores
O artigo foi matéria de capa da Revista RI – Relações com Investidores
Artigo escrito em parceria com Lélio Lauretti e veiculado pela Revista Capital Aberto
Lélio e eu nos sentimos privilegiados com o artigo veiculado na Revista RI sobre nosso livro
O novo cenário da mineração no Brasil exige realinhamento de todo o sistema de governança corporativa dos players do setor
Artigo escrito em parceria com a geóloga Marcela Tainá Rodrigues Pinto, veiculado na Revista DOM, da Fundação Dom Cabral
Trabalho desenvolvido em conjunto com a OAB Federal, a OAB MG e o IDMC, sob coordenação geral de Fernanda Lana
A constatação do estudo do Observatório das Estatais, Escola de Economia da FGV, veiculada na mídia neste fim de mês foi que, “ nem mesmo as 30 estatais do País listadas na Bolsa Brasileira concluíram depois de dois anos concedidos, a adequação necessária a esta lei com prazo final para junho de 2018”. Conhecida também como a Lei de Governança das Estatais estabelece regras de governança corporativa com o intuito de melhorar a gestão e a transparência e reduzir a ingerência política. Entre as exigências estão a criação de códigos de conduta, normas para contratos, licitações e divulgação de informação e regras específicas para a nomeação de diretores e membros do conselho, que não devem ser compostos por membros nomeados do poder Executivo nem por dirigente de partido político. Segundo Márcio Holland, coordenador do Observatório das Estatais,” a União tem 144 estatais, quatro vezes mais que a média dos países da OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico). E realizam compras anuais que somam R$ 1,3 trilhão. Não há informações precisas sobre a quantidade de empresas públicas de Estados e municípios. Nas três esferas, estima-se que existam mais de 420 estatais no País”. Considerada por muitos, lei de difícil aplicação uma vez que , estabelece critérios como meritocracia, produtividade dos funcionários, redução da influencia política na gestão, tratamento justo entre acionistas minoritários e majoritários e estabelece políticas de responsabilidade social que muitas vezes conflitam não só com o modus operandis como também com o sistema de planos de carreira existentes nas estatais
