A palavra Governança começou a ganhar evidência no Brasil a partir de 2016, com a entrada em vigor da Lei 13.303 e do Decreto 9.203/17 da Presidência da República que dispõem sobrea política de Governança da Administração Pública na esfera do Poder Executivo. Entretanto, apesar de alguns estados estarem buscando as atualizações necessárias para cumprimento da norma legal, Santa Catarina da um passo à frente, com a adoção de uma secretaria exclusiva para o tema. Na proposta de Reforma Administrativa, encaminhada pelo Governador para votação parlamentar na última semana, a previsão da criação da Secretaria de Integridade e Governança, juntamente com a Controladoria- Geral do Estado, solidificam a busca do Executivo pela qualidade dos serviços prestados e pela transparência nas ações dos gestores. Além disso, outra ação inédita de Santa Catarina no cenário nacional é a certificação de gestores, presidentes ou diretores de empresas públicas e de capital misto em Governança, por intermédio de um curso de capacitação oferecido pela ENA Fundação Escola de Governo. Iniciando a fase de certificação 2019 de Conselheiros , Diretores e Gestores de suas empresas públicas e de capital misto de além de órgãos públicos cerca de quase 100 participantes estiveram frequentando o curso de capacitação da Fundação Escola de Governo. Meu parecer sobre esta iniciativa: https://youtu.be/bLa5JZU7664 A grade programática do curso de certificação para este ano pode ser conferida através do link: http://www.enabrasil.sc.gov.br/wp-content/uploads/2019/02/4.Programa-do-Curso.pdf
Entrevista feita pelo Jornalista João Carlos Firpe Penna a GovernançaJá/Adriana Solé para o Portal Interesse de Minas
Entrevista feita pelo Jornalista João Carlos Firpe Penna a GovernançaJá/Adriana Solé para o Portal Interesse de Minas
Evento promovido pela OAB MG /Comissão Especial de Estudos Permanentes sobre Compliance do Conselho Federal da OAB sob a presidencia da Dra. Fernanda Lana. Com belíssimas apresentações , o evento iniciou com a apresentação da Sra Maria Fernanda da MRV e equipe explicando todo o processo de implantação do Compliance MRV, seguida da apresentação da experiência do Banco Itau e finalizou com a exposição da CGU sobre o tema Integridade Pública.
Trabalho desenvolvido em conjunto com a OAB Federal, a OAB MG e o IDMC, sob coordenação geral de Fernanda Lana
A constatação do estudo do Observatório das Estatais, Escola de Economia da FGV, veiculada na mídia neste fim de mês foi que, “ nem mesmo as 30 estatais do País listadas na Bolsa Brasileira concluíram depois de dois anos concedidos, a adequação necessária a esta lei com prazo final para junho de 2018”. Conhecida também como a Lei de Governança das Estatais estabelece regras de governança corporativa com o intuito de melhorar a gestão e a transparência e reduzir a ingerência política. Entre as exigências estão a criação de códigos de conduta, normas para contratos, licitações e divulgação de informação e regras específicas para a nomeação de diretores e membros do conselho, que não devem ser compostos por membros nomeados do poder Executivo nem por dirigente de partido político. Segundo Márcio Holland, coordenador do Observatório das Estatais,” a União tem 144 estatais, quatro vezes mais que a média dos países da OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico). E realizam compras anuais que somam R$ 1,3 trilhão. Não há informações precisas sobre a quantidade de empresas públicas de Estados e municípios. Nas três esferas, estima-se que existam mais de 420 estatais no País”. Considerada por muitos, lei de difícil aplicação uma vez que , estabelece critérios como meritocracia, produtividade dos funcionários, redução da influencia política na gestão, tratamento justo entre acionistas minoritários e majoritários e estabelece políticas de responsabilidade social que muitas vezes conflitam não só com o modus operandis como também com o sistema de planos de carreira existentes nas estatais
Privilegio ter participado como instrutora de Governança Corporativa em 4 turmas : São Paulo 2 vezes; Rio de Janeiro e Belo Horizonte deste importante programa da KPMG. A Risk University é um programa de capacitação modelado para fornecer aos profissionais de riscos, auditoria, controles e compliance uma plataforma inovadora de troca de experiências, aprendizado e atualização em governança, riscos e conformidade (GRC). Em sete anos, mais de 340 executivos de 215 grandes empresas e vinte turmas já passaram pelo programa e confirmam a relevância deste para a ampliação do GRC nas organizações. Para atender a demanda do mercado na atualização de GRC para todos os públicos de uma empresa, a Risk University está composta em quatro modalidades: Executive, Advanced, For Women e Senior Level. As três primeiras possuem foco na gestão, enquanto a Senior Level foca na operacionalização e entrega de resultados em um ambiente GRC O Programa totaliza uma carga horária de 104 horas, divididos em cinco módulos: Módulo 1–Gestão de Riscos (24 horas); Módulo 2–Compliance Regulatório (16 horas); Módulo 4–Auditoria Interna (24 horas); Módulo 3–Ambiente de Controles (24 horas); Módulo 5–Governança Corporativa (16 horas);
#weareELITE!!!! Sob o comando do IDMC e participação ativa de nossos parceiros Credit Suisse, BDMG e IBMEC o primeiro dia deste quinto módulo contou com a seguinte programação: O Credit Suisse apresentou as Perspectivas para o Mercado financeiro e de Capitais Brasileiros para 2019 ,as fontes de crédito para médias e grandes empresas e as operações estruturadas de securitização de recebíveis no mercado brasileiro , finalizando o dia com o assunto “captando recursos em outros mercados: Trade Finance”; já o BDMG ficou responsável pela exposição sobre as fontes de captação junto a Bancos de Desenvolvimento .Ao IBMEC coube a contextualização acadêmica sob o assunto . Belíssimas e claras exposições. Todos aprendemos muito !! GOOD JOB!!!
London Stock Exchange (LSE) trouxe para Minas Gerais um programa de suporte ao desenvolvimento de negócios e à captação de recursos pelas pequenas e médias empresas brasileiras nos mercados globais. Seu dinheiro – 25 de outubro de 2018 . ” />https://www-seudinheiro-com.cdn.ampproject.org/v/s/www.seudinheiro.com/a-bolsa-de-londres-quer-vender-pao-de-queijo/amp/?amp_js_v=0.1&usqp=mq331AQECAEoAQ%3D%3D#origin=https%3A%2F%2Fwww.google.com.br&prerenderSize=1&visibilityState=prerender&paddingTop=54&p2r=0&horizontalScrolling=0&csi=1&aoh=15414277004341&viewerUrl=https%3A%2F%2Fwww.google.com.br%2Famp%2Fs%2Fwww.seudinheiro.com%2Fa-bolsa-de-londres-quer-vender-pao-de-queijo%2Famp%2F&history=1&storage=1&cid=1&cap=swipe%2CnavigateTo%2Ccid%2Cfragment%2CreplaceUrl 5:21 – atualizado às 16:59 ” /> Montagem mostra rainha da Inglaterra segurando um pão de queijo – Imagem: Seu Dinheiro Não são apenas as bolsas dos Estados Unidos que estão atrás das empresas brasileiras. A London Stock Exchange (LSE) fechou acordo com a Federação das Indústrias de Minas Gerais (FIEMG) e o Instituto de Desenvolvimento do Mercado de Capitais (IDMC) e trouxe para o Brasil neste ano o Elite, um programa de capacitação e suporte ao desenvolvimento de negócios e à captação de recursos pelas pequenas e médias empresas brasileiras nos mercados globais. O programa foi implementado pela primeira vez na Itália, em 2012. Dois anos depois foi replicado no Reino Unido e hoje está em 36 países. Ao todo, das cerca de 900 empresas que participaram do Elite, já saíram mais de 20 IPos, 50 emissões de bonds e perto de 700 operações de private equity ou fusões e aquisições. À frente do projeto no Brasil está Eduardo Campos, diretor de desenvolvimento de negócios do IDMC, que conta que a ideia é fazer com que as empresas coloquem o mercado de capitais em seus planos. O programa dura 18 meses e inclui workshops educacionais que somam 132 horas com conteúdo sobre os mercados de capitais e mentorias, em que o Elite procura colocar as companhias em contato com melhores alternativas e assessores
A Fundação Gorceix desde 2015, quando foi homologada a ISO 55.000 lançou o seu primeiro MBA Executivo em Gestão de Ativos. Na ocasião o foco de nossas pesquisas estava na busca de aderência entre os processos de Governança Corporativa e Gestão de Ativos . Partimos do principio que a própria Norma ABNT NBR ISO 55000:2014 , página1 explicita e integra a Gestão de ativos no sistema de Governança Corporativa na qualificação de seus fundamentos. “ Os fundamentos da gestão de ativos e o sistema de gestão de ativos de apoio, quando integrados em uma estrutura de Governança e risco mais ampla de uma Organização, podem contribuir com benefícios tangíveis e alavancar oportunidades”. O primeiro trabalho técnico sobre o tema foi apresentado no 30 Congresso e trouxe a aderência entre os sistemas de Governança e Gestão de ativos através da adaptação realizada por Andrade e Esmeraldo em 2015 da metodologia dos 8P S da Governança desenvolvida por Andrade e Rossetti em 2009. A partir de 2016 ,acompanhando o desenvolvimento e a implantação empresarial da Gestão de Ativos e da evolução da Governança Corporativa no Brasil percebemos o tom regulatório chegando no nosso mundo empresarial de maneira muito forte através do impacto da Lei 12.846/13 , conhecida como lei anticorrupção brasileira e impactando estruturalmente os dois processos. Nossas pesquisas focaram então em um campo específico de Governança Corporativa determinado por um de seus princípios básicos: Compliance, estar em conformidade legal e seu impacto na gestão de ativos. O segundo trabalho técnico e apresentado também em
