Reino Unido continua com elegância peculiar, dando o tom em Governança Corporativa.. Boa noticia! Do Parlamento inglês ” Auditorias globais trabalham…. em aconchegante confraria incapaz de fornecer o grau necessário de contestação independente.”Valor Econômico – Auditorias enfrentam separação forçada – Este artigo é mais que uma tendencia é quase um projeto de lei. http://www.valor.com.br/empresas/5533151/auditorias-enfrentam-separacao-forcada
No último biênio, avanços consideráveis e com consequências muito positivas para o mercado de capitais brasileiro ocorreram. Do lado corporativo assistimos , com a retomada de aspectos importantes na economia, a volta do interesse no nosso mercado de capitais na atração de um número maior de investidores e com muitas empresas se preparando para acessar outras fontes de financiamento que não apenas as derivadas do sistema financeiro. Do lado do setor público, iniciativas importantes tambem foram feitas no sentido de moralizar estruturas e políticas de nossas empresas e instituições públicas. As expectativas do mercado são bem positivas para os próximos anos considerando a manutenção do curso atual da economia. Pontuo especialmente neste artigo, a importância do lançamento do decreto 9.203 de novembro de 2017 e alguns detalhes nas exigências da Lei 13.303 de junho de 2016 , conhecida como a Lei das Estatais, ou a Lei da Governança nas empresas públicas e nas sociedades de economia mista que me parecem bem relevantes. O decreto 9.203/2017 , dispõe sobre a política de governança da administração pública federal direta autárquica e fundacional, e instituiu o Comitê Interministerial de Governança – CIG com a finalidade de assessorar o Presidente da República na condução desta política. Este Comitê é composto pelo Ministro da Casa Civil como seu coordenador , e pelos Ministros da Fazenda, Ministro do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão, e do Ministro da Transparência. Tem como atribuição principal propor medidas , mecanismos e políticas que atendam aos princípios da Governança Pública definidos neste documento como: Capacidade
Curso para formação de Conselheiros do IBGC: Instituto Brasileiro de Governança Corporativa Expondo sobre Tendências e Desafios em Governança Corporativa no Brasil e Mundo, a quinta edição do Curso para Conselheiros de Administração contou com a participação dos VPs e diretores de diversas empresas.
Na ocasião, falei sobre o livro “Governança Corporativa: Fundamentos, Desenvolvimento e Tendências”
Missão cumprida em São Luís do Maranhão, no Hospital São Domingos. Adriana Solé realizou dois dias de treinamento intensivo com gestores e herdeiros da instituição.
Este artigo apresenta uma correlação direta dos princípios da Gestão de Ativos com os da Governança Corporativa Corporativa
Adriana Solé, que é professora do Instituto Brasileiro de Mercado de Capitais (IBMEC), foi recentemente a Salvador.
Perceber que existem alguns stakeholders estratégicos para as empresas pode significar o sucesso ou fracasso da aplicação da ISO 55000. Saiba mais.
O que está mudando no processo de governança corporativa no Brasil e no mundo a partir da divulgação de inúmeros escândalos de corrupção envolvendo empresas privadas e o setor público? Leia mais.
Você está sabendo das duas novidades sobre a governança pública no Brasil? Confira!
